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Em 2017 a LUPO S.A. deu início ao projeto de Organização de sua MEMÓRIA EMPRESARIAL. O objetivo é fazer uso de sua história para consolidar as ações de planejamento, marketing e recursos humanos e implantar um CENTRO DE MEMÓRIA em seu parque fabril em Araraquara.

Em 2013 iniciamos os estudos para implantação de um único banco de dados que reunisse as coleções do Banco Itaú Unibanco: Arte, Arte e Tecnologia, Filmes e Vídeos, Antiguidades, Brasiliana e Numismática. Além da reunião destas coleções em uma única base de dados, estudamos e aplicamos um roteiro de migração de dados cadastrados ao longo de 3 décadas em dois bancos de dados distintos. Paralelamente a esta implantação, passamos a atender o Instituto ITAÚ CULTURAL no Apoio à Manutenção do Acervo do banco ITAÚ UNIBANCO (Física e Digital).

Em outubro de 2011 iniciamos os trabalhos de estudo para estruturação do banco de dados do Museu Histórico Bradesco. Contamos com o empenho do técnico do museu local na definição das diversas categorias e do vocabulário especialmente delineado para atender ao imenso universo dos produtos do mercado financeiro e econômico, além de outros segmentos de atuação desta corporação. Este trabalho foi desenvolvido ao longo de quatro meses e ao final deste período os trabalhos de cadastro foram iniciados.
Hoje o Museu Histórico Bradesco disponibiliza de mais ferramentas para delinear suas metas e cronogramas de modo que o planejamento de suas futuras atividades seja cumprido. Outro aspecto interessante é o movimento que este trabalhou produziu na reflexão sobre novas possibilidades de organização física de seu arquivo histórico. A instituição avalia como próximo objetivo relacionar as novas possibilidades de pesquisa do acervo (resultantes da implantação de um novo sistema de cadastro e busca) com um espaço físico que permita uma maior fluidez na relação entre os fundos documentais e seu acervo museológico.
Em 2015 apoiamos a equipe do museu nos trabalhos de inventário, organização física e reforma do espaço e do mobiliário para o arquivo histórico do Museu Histórico e da Fundação Bradesco. Coordenamos uma equipe de arquitetas e conservadoras para os estudos e definição do novo espaço do arquivo, programa de trabalho, otimização do uso do espaço para crescimento do arquivo , controle e conservação do ambiente para áudio e vídeo, iconografia, documentos textuais e objetos tridimensionais.

No primeiro semestre de 2013, a pedido do SENAC – Campus Santo Amaro realizamos o inventário e a pré-organização da coleção de modelagens do estilista Walter Rodrigues. O objetivo era organizar os lotes de modelagens em um banco de dados de acordo com as coleções e anos. Aproveitamos para definir um vocabulário controlado para compreendermos melhor as peças produzidas pelo estilista e o que representavam no contexto de sua coleção. Os conjuntos de modelagens foram armazenados em plásticos individuais, com indicação do número de tombo e quantidade de peças de modo a facilitar a localização física e a futura digitalização de alguns exemplares. Trabalhamos de modo sincronizado com as necessidades da instituição, quanto a prazo e organização física e digital. As fotos revelam resumidamente as etapas deste trabalho que compreendeu o processamento de cerca de 80 caixas e o cadastro de 3.000 modelagens em 4 meses de trabalhos.

Em fevereiro de 2012 desenvolvemos um planejamento para execução dos trabalhos de guarda de cerca de 15.500 documentos, além da elaboração de um inventário com cerca de 85.500 registros. O maior desafio foi desenvolver uma metodologia de trabalho integrado que visasse as necessidades específicas da companhia quanto ao seu espaço físico, à dinâmica entre as equipes, o cumprimento de um cronograma previsto e o controle diário e mensal dos trabalhos. Um projeto que exigiu um rápido treinamento e o desenvolvimento de uma comunicação dinâmica entre as equipes envolvidas.

Em 2012 o Museu da Cultura da Pontifícia Universidade Católica deu início à organização digital de seu acervo e implantação do Sophia Acervo. Criado em 1991 no âmbito do Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências, este acervo formado de peças de etnologia indígena e afro brasileira mantém estreitos vínculos com os Programas de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais e História. O Museu possui também um arquivo histórico onde estão preservados impressos, cartazes, periódicos e livros sobre museologia e eventos culturais relacionados à memória da Faculdade.

O Instituto Sangari, fundado em 2003, tem a missão de contribuir para a melhoria da qualidade da educação por meio da disseminação científico-cultural. É parceiro do American Museum of Natural History (NY), junto ao qual tem organizado exposições internacionalmente importantes. A essas atividades somam-se a produção de publicações de relevância social e a realização de projetos voltados para escolas públicas, em parceria com entidades como Unicamp e Instituto Fernand Braudel. Em 2011, concebemos junto à equipe da instituição, um banco de dados que servisse ao gerenciamento das exposições temporárias, com ênfase na logística de transporte e controle de estoque e movimento dos itens, produtos e publicações.

Pesquisa textual e iconográfica para o painel histórico e comemorativo da trajetória da instituição de 1964, ano de sua fundação, até 2011.

O CORPORATE é o setor da Porto Seguro destinado a oferecer produtos de investimento ao mercado financeiro. Para este local utilizamos imagens relacionadas com o entorno do bairro Campos Elíseos, em especial aquelas tidas como patrimônio histórico.

Projeto de ambientação para um antigo edifício situado no Largo do Café; painel histórico para a Biblioteca e história e restauro do antigo Casarão Dino Bueno.

O Museu Afro Brasil reúne um vasto acervo de obras de arte e objetos etnológicos, produto da história e da cultura afro brasileira. A estruturação do banco de dados visou dar maior agilidade ao gerenciamento de três núcleos de curadoria do museu: o do Acervo Permanente, do Acervo de Exposições Temporárias e o da Documentação Museológica. Outro objetivo que norteou os trabalhos de definição do banco de dados foi o de proporcionar uma maior integração entre os acervos artístico, etnológico e seu arquivo histórico. Concluída a etapa de estruturação geral do banco, acompanhamos a migração do antigo banco de dados em Access para o SOPHIA ACERVO de modo que o novo banco de dados já contasse com cerca de 2.000 cadastros.

Em 2010 implanta para Regina Pinho um banco de dados especialmente habilitado para o cadastro de uma coleção de arte contemporânea, incluindo vídeos e instalações.

O SESC possui um vasto acervo exposto nas diversas unidades na capital de São Paulo e outros Estados. Realizamos para a Administração Regional de São Paulo, o inventário e a digitalização dos documentos referente à aquisição e tombamento das obras de arte presentes no SESC CONSOLAÇÃO.

Neste projeto buscamos através da iluminação destacar e valorizar os antigos afrescos restaurados do Casarão Dino Bueno (Guaianases).

Iniciativa promovida pela COMPANHIA PARA ESTUDAR as possibilidades de revitalização da Praça Princesa Isabel, da Avenida Rio Branco (entre Av Duque de Caxias e Rua Ribeiro da Silva) e AS ruas paralelas e transversais ao redor dos edifícios da companhia no bairro Campos Elíseos. Este estudo resultou no plantio de inúmeras árvores e criação de canteiros nas calçadas das ruas: Guaianases, Rio Branco, Barão de Piracicaba e Ribeiro da Silva. Atualmente estas quadras contam com jardins em toda sua extensão e árvores de médio porte.

O SOPHIA ACERVO foi estruturado para abrigar três áreas desta antiga instituição: Arqueologia, Etnologia e Documentação Museológica. As fichas de catalogação foram concebidas de modo a trazer informações detalhadas dos itens dos acervos. Outro objetivo foi o de promover uma interface junto ao setor de documentação museológica para os trabalhos cotidianos de gerenciamento das informações. No início de 2011 foi concluída a etapa final de implantação do sistema.

Neste ano desenvolvemos junto à área de museologia e pesquisa do Instituto Ricardo Brennand o desenho de seu banco de dados. Este instituto abriga um vasto acervo de obras de arte e armaria. O banco de dados, além de reunir informações gerais sobre os acervos, propicia um maior controle do registro e do gerenciamento de empréstimo das obras para outras instituições no Brasil e no exterior.

O objetivo desse trabalho foi criar uma ambientação que integrasse as áreas de circulação e trabalho em um único grande andar de escritórios destinados a corretores de seguros associados à Porto Seguro. Como este Espaço de Negócios situa-se no Vale do Anhangabaú, ao lado do Teatro Municipal e Viaduto do Chá, utilizamos imagens antigas ampliadas de tal forma que ao mesmo tempo em que ambientavam as áreas internas, criaram um ambiente lúdico e de devaneio entre o passado e o presente.

Em 2008 desenvolvemos junto à equipe da Universidade Nacional Adventista do Estado de São Paulo um banco de dados destinado a organizar a memória de dois acervos localizados em tres campus desta universidade. Os acervos reúnem documentos e antigas fotografias do Centro Nacional da Memória Adventista e do Centro de Pesquisas Ellen G. White.

A estruturação do banco de dados no Sophia Acervo da Academia Brasileira de Letras - RJ foi especialmente desenvolvida para abrigar três grandes arquivos da instituição: o Arquivo dos Acadêmicos (constituído por cerca de 300 fundos), o Arquivo Institucional da ABL e o Acervo Museológico. Este trabalho contou com a intensa participação dos arquivistas e da equipe de TI da instituição. A ABL utiliza o Sophia Biblioteca para o cadastro de livros da biblioteca da instituição e, no futuro, os dois sistemas - Sophia Biblioteca e Sophia Acervo - estarão integrados por meio de um único terminal de busca.

Organizamos física e digitalmente o Arquivo Histórico da companhia. Digitalizamos e cadastramos cerca de 30.000 documentos, entre jornais, fotografias e objetos reunidos ao longo de cerca de 80 anos de atuação da companhia no mercado de seguros.

A Escola Vera Cruz já havia iniciado a organização física da sua coleção iconográfica que preserva a memória de atuação das sete unidades da instituição. Em 2007 apresentamos o SOPHIA ACERVO à direção da escola e orientamos o seu uso para que a instituição pudesse atingir seus objetivos no processo de organização da memória. Também elaboramos, junto à equipe de TI, a migração da antiga base de dados para o atual software. O principal objetivo da escola foi concentrar a organização de sua memória num único banco de dados para que, no futuro, a instituição possa disponibilizar consultas através do portal em seu site.

Junto à Loja Maçônica David Iampolsky foram reunidos e digitalizados documentos, jornais, revistas, diplomas e todos os objetos que resgatavam sua história. Contamos com a participação do Grupo de História Oral Gabrielle Becker, do Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, na realização de entrevistas e depoimentos orais.

O banco de dados do ICS foi implantado com o objetivo de auxiliar a organização e a preservação da história de um dos clubes náuticos mais antigos do Brasil. Atas de fundação, fotografias, cartas, artigos das revistas do clube, antigas fichas de associados e informações de campeonatos de vela e pesca foram cadastrados no sistema. A informatização de sua memória é parte de um projeto social que tem por objetivo integrar o associado à vida do clube e valorizar a participação daqueles que, ao longo dos anos, fizeram parte da trajetória da associação.

O Centro de Memória do IMC tem por objetivo preservar a memória da imigração judaica, em especial a da comunidade sefaradi, isto é, imigrantes oriundos de países do Oriente, entre os quais: a Síria, o Líbano, a Turquia, o Egito e a Grécia. Realizamos junto a este Instituto o desenho e a implantação de um banco de dados para o registro de antigas fotografias, passaportes, certidões de nascimento, jornais, peças de vestuário e objetos religiosos que revelassem o modo de vida, as tradições e as histórias das famílias imigrantes ao Brasil entre as décadas de 1950 e 1970.

Realização da montagem da exposição Anne Frank; Uma História para Hoje no novo edifício projetado pelo arquiteto Roberto Loeb.

Assessoria técnica na aceitação e perícia junto ao produto Seguro de Obras de Arte, Ramos Elementares da Companhia de Seguros Porto Seguro.

Desde este ano atendemos esta empresa na gestão de seu acervo de arte, na instalação de obras de arte, seguros de obras de arte, elaboração de painéis históricos, execução de exposições com obras do PREMIO BRASIL FOTOGRAFIA e organização do Arquivo Histórico da Companhia.

Assessoria à transferência dos acervos fotográficos de Alice Brill (2000) e de Stefania Bril (2001); co-curadoria da exposição Arte e Inconsciente: "Três Visões sobre o Juquery" (2002), assessoria ao lançamento do Caderno de Literatura - "Clarice Lispector", Centro da Cultura Judaica, (2004); assessoria ao lançamento do livro "A Crítica Cúmplice - Décio de Almeida Prado", autoria Ana Bernstein, TBC (2005).

Pesquisa para as exposições: Tecnologia e Apropriações Antropofágicas.

De 1995 a 1996 atuou como pesquisadora e crítica de obra de arte e, de 1997 a 1998, foi coordenadora de curadorias das exposições de arte da instituição.

Realizou a montagem das exposições: Panorama da Arte Brasileira / Formas Tridimensionais; Panorama / 84 Arte sobre Papel; Panorama da Arte Atual Brasileira / 86 Pintura; Pintura e Tal; 1ª Quadrienal de Fotografia; 1ª Quadrienal de Propaganda; Destaques da Arte Contemporânea Brasileira.

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